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Não Estamos Condenados a Viver a Inconsciência

 

CIV - Ciência do Início da Vida
Tese de Doutorado da Dra. Eleanor Madruga Luzes

ELEANOR MADRUGA LUZES
Médica, psiquiatra, analista Junguiana há 33 anos, trabalhou durante três anos em obstetrícia, foi professora primária. Pós graduação em Tansdiciplinaridade pela UNIPAZ. Tem mestrado em Psicologia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é doutora pelo Instituto de Psicologia da mesma universidade, com a tese de doutorado sobre a "Necessidade do Ensino da Ciência do Início da Vida" nas escolas do segundo e terceiro graus.

É membro da Association for Prenatal and Perinatal Psychology and Health (APPPAH), organização que existe há 27 anos, e da Rede Nacional do Parto Humanizado (Rehuna), organização ativa desde 1993. Faz parte dos docentes da UNIPAZ. Membro colaboradora do LISE (Laboratório do Imaginário Social e Educação) do Instituto de Educação do Instituto de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ministra cursos em módulos sobre sua tese para a formação de multiplicadores que atuem junto a comunidades de jovens em âmbito nacional e internacional. Sócia emérita da ANEP Brasil. Participou do TED no Rio +20.

Sua tese de doutorado tem mais de 1,5 mil páginas: CIV - Ciência Inicio da Vida, é citada como parte da formação de educadoras pré-natais. É uma das poucas brasileiras que cita o que muitos pesquisadores tem feito lá fora na área de psiquismo fetal e epigenética: diversas pesquisas e estudos sobre as percepções sensoriais do bebê dentro do útero, os impactos dos exames e consultas durante a gestação, o efeito placebo e noncebo, entre outras questões.

"Eu não entendia o porquê se falava tanto da inteligência do bebê, da memória fetal ou da epigenética*. A leitura dos escritores John Pearce, Lipton & Bhaerman, Thomas Verny e Omraam somada as 17 entrevistas também não foram suficientes para cair a ficha. Só no meio do caminho, quando a produção dos textos já fluía é que veio a luz de que toda essa galera pesquisava, e pesquisa, incessantemente a vida intrauterina porque um dia Freud afirmou que não havia inteligência no feto.

Dá pra imaginar o quanto isso abriu meus olhos para as verdades científicas? Sem dúvida, a ciência nos ajuda a evoluir muito, mas também nos limita. E COMO!

Essa demora foi muito importante pra eu entender o que Lipton traz sobre o determinismo genético, de Darwin, o que Capra traz sobre o mecanicismo, de Newton. Sem dúvida nenhuma, estamos vivendo uma baita mudança de paradigma: bingo! Porém, há o desafio gigantesco de transmiti-la."

Eleanora Luzes
www.cienciadoiniciodavida.org

 * Efeito Epigenético: É o próprio cérebro do bebe, no ventre da mãe, que manipula e mapeia o seu código genético, com base nas informações e sensações que recebe da mãe instantaneamente. Aqui ocorre a programação de todas as doenças que se tem ao longo da vida daquele ser.

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