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A EcoSintonia e a Saúde Empresarial

No mundo moderno questiona-se com quem, realmente, está o poder: com os governos ou com as empresas?

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É inegável o impacto que o setor corporativo tem na vida moderna. Mentes muito bem treinadas, que estão em contato com os últimos avanços tecnológicos, moldam a cara de nosso mundo. Para o bem ou para o mal, são algumas poucas empresas que estão ditando a nossa forma de viver, nossa forma de vestir e de nos comportarmos.

Não obstante, nem sempre as empresas têm-se mostrando capazes de atender adequadamente à sua comunidade. A busca do lucro e da sobrevivência em um mundo altamente competitivo tem levado as empresas a se esquivarem de suas responsabilidades socioambientais, utilizando práticas nocivas ao meio ambiente, geradoras de desemprego e agravantes dos desequilíbrios sociais.

Felizmente, cada vez mais, essas empresas estão sendo forçadas a desenvolverem uma nova postura mais responsável em função da ação de cidadãos e entidades conscientes que vêm mobilizando a opinião pública. A opinião pública já expressa uma profunda e crescente apreensão com a questão ambiental. Ela também expressa angústia em relação à segurança das classes menos favorecidas, ameaçadas pela exclusão social.

Desse quadro, surge uma concepção de empresa que pode polarizar a admiração e a conseqüente fidelidade de seus clientes, clientes esses que estão cada vez mais bem-informados sobre os impactos que os produtos e serviços das empresas estão produzindo no meio ambiente e nas comunidades dentro de sua área de abrangência.

As evidências apontam para o fato de que o conceito de responsabilidade socioambiental será um diferencial na empresa do futuro. O empresário desse novo século precisará fazer uma escolha entre a atuação construtiva e responsável ou a manter-se aferrado ao antigo modelo de busca de lucro a qualquer custo. Os que não tiverem sensibilidade para as questões socioambientais terão de arcar com as conseqüências de sua irresponsabilidade, manchando a sua imagem e caindo em descrédito.

Um dos objetivos da EcoSintonia é auxiliar as empresas no processo de transição para uma condição de pessoa jurídica saudável e responsável. Para tal, ela fomenta a saúde nas relações interpessoais e funcionais dentro da empresa. A estratégia é criar condições para o aumento da eficiência, estimulando o espírito de cooperação e respeito, e despertando a noção do pertencimento a uma equipe que possui objetivos comuns.

Uma empresa responsável em termos socioambientais faz sua lição de casa contribuindo para criação de um mundo sustentável e saudável.

Saúde Empresarial

O conceito de saúde empresarial refere-se à capacidade da empresa de atuar nos moldes de um organismo. Em um organismo, saúde significa a interação, livre de impedimentos, em todos os procedimentos e informações relacionados com sua atividade. O resultado é um funcionamento que ao mesmo tempo se adapta à realidade e ao mesmo tempo a altera com sua ação específica. No caso de empresas o lucro significa que o sistema gera energia, ou seja, vitaliza o sistema maior em que está inserido, ao invés de sugá-lo (o modelo de funcionamento dos parasitas).

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O futuro aponta para dois modelos em oposição: a empresa saudável e integrada, que alimenta o sistema e é por ele alimentada, e a empresa parasita, que apenas suga a energia do sistema sem nada oferecer em contrapartida, contribuindo para o esgotamento dos recursos do sistema e para o seu colapso.

Durante as primeiras décadas da revolução industrial, o segundo modelo preponderou. Muitas empresas não perceberam que o mundo mudou e ainda estão presas a velhos paradigmas. Elas continuam a atuar como se os recursos alimentícios e energéticos do planeta fossem inesgotáveis, como se o planeta pudesse absorver todo o lixo que vem sendo produzido, como se o aquecimento global fosse uma ficção sem importância.

O paradigma mecanicista e individualista que sempre foi a base do modelo consumista mostrou-se falho. Sua visão sempre careceu de uma percepção do contexto. Quando a empresa focalizava o contexto, era no sentido manipulá-lo através da propaganda para lucrar mais.

O paradigma sistêmico, que substituiu o ultrapassado paradigma mecanicista, estabelece que tudo esteja interconectado. De acordo com esta nova visão, o futuro de A depende do futuro de B. A negação, já secular, dessa unidade básica entre todas as coisas, entre todos os seres, mostrou ser, no raiar do século XXI, a causa das catástrofes ambientais e sociais (leia-se violência e miséria) que nos afligem.

Autores: Eduardo Weaver e Marco Aurélio Bilibio

www.ecosintonia.com.br

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Marco Aurélio Bilibio, diretor técnico da EcoSintonia,  atua há vinte anos como psicólogo clínico, tendo como marca de seu trabalho a busca da eficiência clínica pela integração coerente de diferentes visões. Sua orientação filosófica é Fenomenológica: a investigação da essência de cada experiência humana. Mestrado em Psicologia, pela Universidade de Brasília e doutorando na UnB em Desenvolvimento Sustentável.

Dessa forma traz para o universo das corporações a riqueza de diferentes olhares psicológicos, como da Gestalt-Terapia, da Psicologia Analítica, da Abordagem Sistêmica em Famílias e Empresas, da Síntese Transacional e da Ecologia do Ser.

O interesse no ser humano como ser multidimensional o levou a uma visão sistêmica, em que corpo-mente-grupos são compreendidos a partir de seu contexto. Marco Aurélio Bilibio explora o diálogo entre essa visão sistêmica e a filosofia Taoísta, diálogo que o levou a aprofundar os estudos sobre a visão Taoísta da saúde no International Trainning Center of Acupuncture and Moxibustion, em Pequim, China. Dessa integração surgiu uma visão bem peculiar do significado de "saúde corporativa" e das causas do "adoecimento corporativo", um refinado olhar clínico sobre o funcionamento empresarial.

 

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